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De doenças invisíveis.

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De doenças invisíveis.  (Por Jadir Mauro Galvão) Nossa sociedade se desabituou do invisível. Jogou-o na conta do ilusório, do fingimento, do mito no seu pior sentido, do não científico, do irreal, numa palavra: do inútil. Por outro lado, esse mesmo invisível nos acompanha mesmo que despercebido e por vezes nos assombra. Falemos agora de um dos invisíveis mais cruéis: as doenças. Muita comoção e disposição são aguardados quando de um acidente que deixa um rastro de sangue ou uma fratura exposta. Uma úlcera, uma hepatite, uma pedra nos rins e até mesmo uma gripe mais forte são compreendidas, mas tudo isso é visto, ouvido e sentido. São coisas visíveis, tratadas como fatalidades da qual o doente é vítima e na acepção da palavra paciente . Mas hoje somos assolados por inúmeras doenças que não são físicas. São doenças emocionais, mentais, e não se acredite que estamos falando de loucura, mas sim de falta de sentido de muitas coisas. Mesmo doenças espirituais, quando a própria vida

Semiaposentadoria

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(Por Jadir Mauro Galvão) Estamos as voltas com problemas da previdência e gostaria de me permitir algumas reflexões acerca desse assunto que parece não ter consenso entre todos os envolvidos. Postulantes a aposentadoria, contribuintes, governo não querem abrir mão cada qual de seus interesses provocando um impasse aparentemente insolúvel. Aqui o embate ideológico ou por interesses excludentes parecem oferecer oposição sistemática que produz um imbróglio bastante grande. Vamos a uma primeira análise que me permito que seja simples. Tão simples que especialistas em previdência me tomariam por um mero ignorante, mas mesmo correndo esse risco acho o argumento pertinente. Veja só: caso um trabalhador atue durante trinta anos e contribua, digamos que, com dez por cento de sua remuneração bruta ao longo de todos esse tempo. Mais do que isso, digamos que ele sempre ganhou bastante bem ao longo do tempo e pense em se aposentar sem prejuízo de sua remuneração mensal ordinária. Grosso modo

De acordo com a própria consciência?

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De acordo com a própria consciência? Por Jadir Mauro Galvão Mais uma vez se aproxima uma votação aberta na câmara dos deputados em Brasília e que pode resultar na perda de mandato de um parlamentar que parece ter mais força que a Sra. Dilma. Eduardo Cunha, mais do que apenas a força dos próprios votos que o reelegeram deputado federal, parece ter algumas cartas na manga . (Mero eufemismo para “alguns rabos presos”). Não quero avaliar aqui se são procedentes ou não os argumentos e fazer um julgamento antecipado, mas sim lançar um singular foco de luz sobre uma das frases mais recorrentes dos "ilustres" deputados e senadores da República. Vez por outra um parlamentar interpelado por qualquer repórter alega que irá votar “com a sua própria consciência”. Sim claro, mas precisamos todos, inclusive os ilustres parlamentares, entender o que é esse voto pela própria consciência. Pesando na consciência dos excelentíssimos podem estar seus próprios interesses ou receios. Sua próxi